Música gospel e os ritmos seculares


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Foi-se o tempo em que música evangélica era sinônimo de música conservadora, solene, sem os embalos rítmicos das canções seculares, antes taxados de ritmos da carne ou profanos, por motivar o corpo ao balanço.
Nos tempos modernos, grandes ritmos como o pagode, funk, rock, e até o hip hop, possuem versões gospel com letras que pregam o Evangelho de Cristo.

Exemplos desta mudança são os eventos de música gospel que ocorrem em várias partes do País, como o “1º Gospel Show”, evento sediado em Porto Velho, quando é promovida uma mistura que vai do sacro ao hip hop – incluindo grupos de danças coreografadas e grupo de pagode gospel.

É comum também vermos cantores do meio secular regravando sucessos da música gospel. Isso mostra o crescimento deste gênero e a sua importância no meio musical não cristão. Independente do ritmo, o objetivo da música gospel, de levar a Palavra de Deus, parece estar sendo alcançado.

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